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[27/04/2010] - A CONJUNTURA NOS DESAFIA: LUTAR PARA IMPEDIR O RETROCESSO

 A CONJUNTURA NOS DESAFIA: LUTAR PARA IMPEDIR O RETROCESSO
 
Companheiros (as):
 
Estamos diante de um momento extremamente importante para a história política de nosso país. As conquistas e avanços conseguidos no governo Lula são inegáveis, o que torna a candidatura da companheira Dilma a depositária das esperanças de milhões de brasileiros que querem que neste processo eleitoral que se avizinha tudo o que foi conquistado seja mantido e ampliado ainda mais.
Apesar das contradições existentes dentro do governo Lula, e do fato da correlação de forças, muitas vezes serem desfavoráveis ao campo democrático popular, os ganhos de cidadania, democracia, soberania, justiça social e avanços do ponto de vista ambiental, são as marcas que se expressam na ampla aceitação da população a esse governo, concedendo a ele um dos mais altos índices de aprovação e popularidade a um presidente em final de mandato na história política recente de nosso país.
Isso tem incomodado e muito as forças conservadoras em nosso país, pois, temem que num novo mandato presidencial, da candidata apoiada pelo presidente Lula e as forças progressistas, os avanços democráticos, econômicos, sociais e ambientais possam ampliar-se, consolidando uma nova ordem política e democrática, que "varra" do mapa político brasileiro qualquer resquício de autoritarismo, coronelismo, exploração, e subserviência do governo brasileiro aos ditames do capitalismo internacional, deixando-os "órfãos", diminuindo sua importância na política nacional.
Ultimamente, a inquietação dessa elite conservadora nacional, com a possibilidade da eleição da companheira Dilma, manifesta-se por meio de ataques, com grande repercussão na mídia conservadora, a qualquer ação do governo Lula que aponte para um direcionamento de natureza mais progressista de um futuro governo, a exemplo do que ocorreu com o lançamento do Plano Nacional de Direitos Humanos, considerado por aqueles que amam a democracia, a liberdade e a igualdade, um verdadeiro "contrato social" de natureza civilizatória nesta década,  ao contrário das elites que o enxergam como um atentado aos seus privilégios, conquistado por anos desde o "descobrimento do Brasil".
Desesperada, as forças de oposição conservadora desacostumadas ao jogo democrático perdem a compostura, e partem para o ataque, de forma desesperada, caluniando e tentando desqualificar a pessoa da pré-candidata Dilma, do presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores, uma vez que não dispõe de argumentos ou um programa de governo que possa confrontar com os avanços do governo Lula.
Nesse contexto, todos serão chamados a participar, demonstrando de alguma forma as suas opiniões, posições, manifestando suas preferências, e de que lado estarão nessa disputa política que já está sendo travada no seio da sociedade.
Como militante político e social,  nunca temi o debate plural, democrático, respeitoso, e aos enfrentamentos políticos conseqüentes dos processos eleitorais. Mesmo nos momentos mais difíceis da história do PT e do nosso governo, não me escondi, não vacilei diante das dificuldades, pelo contrário, fui à luta defender todo o patrimônio ético e político que nortearam o surgimento do PT como instrumento de luta da classe trabalhadora.  Desde 1992, tenho utilizado minhas candidaturas nos processos eleitorais como ferramenta na difusão de boas práticas políticas, na busca das transformações sociais que almejamos na construção de uma nova sociedade. Nunca estive ausente em nenhum momento de lá para cá na história de nosso partido, seja como militante, como candidato (92/96/2000/2002/2004/2006/2008) ou ocupante de cargo eletivo (2000 a 2008 - vereador). Sempre busquei por meio de minhas atitudes e posicionamentos, representar bem a história política do PT, com coragem, ética e coerência.
Nunca temi o resultado das urnas: nem os positivos e muito menos os negativos. Sempre me coloquei como um combatente a serviço das causa populares, tão caras ao PT e aos movimentos sociais, dos quais sempre participei.
Nessas eleições, estou com muita vontade de fazer campanha, por tudo o que representa esse momento na história política brasileira: o avanço ou o retrocesso do processo político.
Nossa região ressente-se da falta de um representante comprometido com um projeto de desenvolvimento regional de cunho democrático popular, que possa estabelecer o contraponto necessário ao modelo de desenvolvimento regional existente: concentrador, pois, as propriedades e as riquezas estão nas mãos de poucos; injusto, pois, explorador da mão de obra trabalhadora e excludente do ponto de vista social; devastador, pois, ambientalmente insustentável.
Como militante político e social tenho me preparado para esse desafio, seja como parlamentar em Ribeirão Preto, seja nos enfrentamentos da luta cotidiana ao lado daqueles que buscam uma transformação social baseada em valores como a justiça, igualdade e solidariedade.
Nesse processo eleitoral, estarei novamente colocando-me a disposição do meu partido, para somar esforços junto daqueles querem construir e acreditam que "Um Outro Brasil é Possível".
Espero contar com a compreensão e o apoio de todos aqueles que gostam de fazer o "bom combate".
Beto Cangussú.

 
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